Digestivo
Visualização por dentro. Diagnóstico preciso, com menos desconforto.
A endoscopia digestiva permite observar em detalhes boa parte do trato gastrointestinal dos animais, de forma minimamente invasiva. Com o auxílio de câmeras e instrumentos delicados, conseguimos identificar alterações estruturais, inflamações, úlceras, tumores e até remover corpos estranhos — tudo isso com segurança e menor tempo de recuperação para o paciente.

Existem dois principais tipos de endoscopia digestiva:
Endoscopia digestiva alta
Permite a visualização desde a boca até o início do intestino delgado, passando por esôfago, estômago e duodeno. Em alguns casos, é possível alcançar parte do jejuno. É indicada para quadros como vômito frequente, refluxo, dificuldade para engolir, suspeita de corpo estranho ou investigação de doenças gástricas.
Endoscopia digestiva baixa (colonoscopia)
Investiga a porção final do trato gastrointestinal, abrangendo ânus, reto, cólon, ceco e íleo. Esse exame é indicado para pacientes com diarreia crônica, sangramentos nas fezes, suspeitas de pólipos ou alterações intestinais persistentes.
Em ambas as técnicas, é possível realizar biópsias para análise laboratorial, auxiliando no diagnóstico definitivo e contribuindo para tratamentos mais direcionados e eficazes.
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